Tons kantianos em Hume: o que pode a razão na ação?
DOI:
https://doi.org/10.22409/reh.v7i1.67700Resumo
O objetivo deste artigo é discorrer sobre o alcance da razão na teoria da ação de David Hume e analisar suas funções instrumentalistas. Segundo o filósofo empirista, a capacidade da razão de influenciar a deliberação é limitada e cumpre um comando submisso às paixões. A partir de uma leitura não fragmentada do Tratado da Natureza Humana, é possível afirmar que o papel instrumental da razão não apenas indicaria os meios para o alcance dos fins como também proporcionaria inferências causais com conteúdo normativo baseado em sentimentos existentes. Há dissenso entre autores se o papel da razão nestes termos pode conceder a Hume uma leitura com espaço para racionalidade prática. O artigo pretende elencar os argumentos que possibilitariam mitigar o ceticismo radical de Hume sobre a razão na deliberação.
Palavras chaves: Razão Instrumental; Razão Prática; Motivação; David Hume; Kant
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