CAPITAL CIENTÍFICO Y REDES DE CONOCIMIENTO GEOGRÁFICO: UN ENFOQUE CIENCIOMÉTRICO
DOI:
https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2026.v28i60.a58605Palabras clave:
Epistemología de la geografía, Geometrías del poder, Producción científicaResumen
Este artículo busca destacar las redes que estructuran la dinámica del capital científico en la producción de conocimiento geográfico brasileño. La investigación se implementó utilizando herramientas computacionales descritas en Silva e Silva (2016) y Análisis de Redes Sociales (ARS) (HIGGINS; RIBEIRO, 2018). Dentro del conjunto de relaciones jerárquicas y de proximidad entre 48.922 referencias listadas en 3.452 artículos en revistas Qualis A (2013-2016), la centralidad de Milton Santos es significativa. Dueño de un legado cuyo prestigio sólo aumenta al movilizarse en la comprensión de fenómenos diversos y en realidades geográficas distintas, la primacía del pensamiento miltoniano instiga reflexiones sobre la pluralidad de enfoques en nuestro campo.
Descargas
Referencias
BARATA, R. de C. B. (2016). Dez coisas que você deveria saber sobre o Qualis. Revista Brasileira de Pós-Graduação, Brasília, v. 13, n. 30, 2016. Disponível em:<http://ojs.rbpg.capes.gov.br/index.php/rbpg/article/view/947>. Acesso em: 15 dez. 2020.
BARCELOS, J.; MACEDO, D. Jo.; MARICATO, J. de M. (2020) Altmetria na plataforma altmetric: uma entrevista com Stacy Konkiel. Revista Ibero- Americana de Ciência da Informação, Porto Alegre, v. 13 No 1, n. 1, p. 452-474. Disponível em:<https://brapci.inf.br/index.php/res/v/136017>. Acesso em 24 abr. 2022.
BENTO, J. M.; PINTO, I. M. B. S. (2021). Rede de colaboração científica. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia, v. 16, n. 1, p. 1-11. Disponível em:<https://brapci.inf.br/index.php/res/v/158317>. Acesso em 24 abr. 2022.
BRASIL (2024). Ministério da Educação. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Ofício Circular nº 46/2024-DAV/CAPES. Resumo da 232ª reunião ordinária do Conselho Técnico Científico da Educação Superior da CAPES. Brasília, 03 out. 2024. Disponível em <https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/conselho-tecnico-cientifico-da-educacao-superior/oficios-ctc-es/14102024SEI_2470019_Oficio_Circular_46_resumoCTC_232.pdf>. Acesso em 5 fev, 2024.
BOURDIEU, P. (2004). Os usos sociais da ciência: por uma sociologia clínica do campo científico. São Paulo: Editora Unesp.
BUFREM, L.; PRATES, Y. (2005). O saber científico registrado e as práticas de mensuração da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 34, n. 2,. Disponível em:<https://www.scielo.br/j/ci/a/Z4hZ66NGY7mYdpgWgCNvTKK/?format=pdf&lang=pt>. Acesso em 23 abr. 2022.
BUNGE, W. (1961). The strucuture of contemporary american geographic research. The Professional Geographer, Flórida, vol. XIII, n.3, p. 19-23. Disponível em:<https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.0033-0124.1961.133_19.x>. Acesso em: 10 mai. 2017.
BURKE, P. (2012). Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia à Wikipédia. Rio de Janeiro: Zahar.
CESAR, T. R. A. de O. (2019). Gênero, trajetórias acadêmicas e a centralidade na produção do conhecimento geográfico brasileiro. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Estadual de Ponta Grossa, 290f. Disponível em:<https://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/2824>. Acesso em: 06. fev. 2020.
CORRÊA, R. L. (1988). A rede de localidades centrais nos países subdesenvolvidos. Revista Brasileira de Geografia, Rio de Janeiro, v. 50, n. 1, p. 61-83.
CORRÊA, R. L. (2018). Caminhos paralelos e entrecruzados. São Paulo: Editora Unesp.
COUTO, E. V.; BONIFÁCIO, C. M. (2011). Análise cienciométrica temporal com referência aos Modelos Digitais de Elevação – MDE: importância e tendências. GEOMAE, Campo Mourão, v.2, n.2, p. 69-84. Disponível em:<https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/geomae/article/view/5789/3813>.
Acesso em 24 abr. 2022.
CUARTAS, G. V.; TAMAYO, M. S.; GUEVARA, L. J.; GUTIÉRREZ, G. (2021) Nuevo modelo de métricas responsables para medir el desempeño de revistas científicas en la construcción de comunidad: el caso de Redes. Revista Hispana para el Análisis de Redes Sociales, Barcelona, v.32, n.2, p. 110-152. Disponível em:<https://ddd.uab.cat/pub/redes/redes_a2020v32n1/redes_a2021v32n2p110.pdf>.
Acesso em: 25 abr. 2022.
DIAS, L. C. D. (1995) Redes: emergência e organização. Redes: emergência e organização. In: CASTRO, I. E. de; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA, R. L. (orgs.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p.11-28.
DUTRA, R. M. S.; SOUZA, M. M. O. de. (2017). Agroextrativismo e geopolítica da natureza: alternativa para o Cerrado na perspectiva analítica da cienciometria. Ateliê Geográfico, Goiânia, v.11, n. 3, p.110- 133. Disponível em:<https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/43644>. Acesso em 24 abr. 2022.
FERETTI, V. E.; JUNCKES, I. J.; CLEMENTE, A. J. (2018). Ciência política e análise de redes: uma metodologia para o mapeamento de comunidades temáticas. Guaju, Matinhos, v.4, n.2, p. 229-251. Disponível em:<https://revistas.ufpr.br/guaju/article/view/57497/37278>. Acesso em 10 jun. 2020.
FRANCISCO, E. de R. (2011). Exploração do Acervo à Luz da Bibliometria, Geoanálise e Redes Sociais. RAE-Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 51, n. 3, p. 280–306. Disponível em: <https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rae/article/view/30994>. Acesso em: 25 abr. 2022.
GEIGER, P. P. (1963). Evolução da rede urbana brasileira. Rio de Janeiro: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais.
GÓMEZ, L. F.; MONTOYA-RENDÓN, A. F.; VÉLEZ-URIBE, J. P. Distribution by country, region, and publisher in environmental engineering journals in SCImago Journal and Country Rank database (1999–2022). Scientometrics, v.129, p.5769–5782, 2024. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-024-05121-0>
Acesso em: 10 jan. 2025.
HIGGINS, S. S.; RIBEIRO, A. C. A. (2018). Análise de redes em Ciências Sociais. Brasília: Enap.
KADUSHIN, C. (2012). Understanding Social Networks: Theories, Concepts and Findings. New York: Oxford University Press.
LATOUR, B.; WOOLGAR, S. (1997). A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumará.
LATOUR, B. (2000). A ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: Editora da Unesp.
LEYDESDORFF, L. (2007) ‘‘Betweenness centrality’’ as an indicator of the ‘‘interdisciplinarity’’ of scientific journals. Journal of the American Society for Information Science and Technology, Londres, v. 58, n. 9, p. 1303-1309. Disponível em:<https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/asi.20614>. Acesso em: 26 mar. 2022.
LIU, C.; GUI, Q. (2016) Mapping intellectual structures and dynamics of transport geography research: a scientometric overview from 1982 to 2014. Scientometrics, Budapeste, v.109, p.159-184. Disponível em:<https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-016-2045-8>. Acesso em 24 abr. 2022.
MAO, L. (2014). The Geography, Structure, and Evolution of the GIS Research Community in the US: A Network Analysis from 1992 to 2011. Transactions in GIS, Londres, v.18, n.5, p.704-717. Disponível em:<https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/tgis.12054>. Acesso em 25 abr. 2022.
MARTINS, P. T. de A.; BORGES, P. P. (2020). Satélite sinobrasileiro de recursos terrestres na literatura científica global: tendências a partir de uma análise cienciométrica. Boletim Goiano de Geografia, Goiânia, v.40, n.1, p.1-25. Disponível em:<https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/62968/34859>. Acesso em 24 abr. 2022.
MASSEY, D. (1991) A Global Sense of Place. Marxism Today, Londres, v.6, 1991. Disponível em:<https://drive.google.com/file/d/15Q_uOIDCMyU2QZ35b1zhWcC65TP
f_o1f/view?usp=sharing>. Acesso em 9 mar. 2018.
MERTON, R. K. (1979). Os imperativos institucionais da Ciência. In: DEUS, J. D. de (org.). A crítica da Ciência: Sociologia e ideologia da Ciência. Rio de Janeiro: Zahar editores, p. 37-52.
MIRANDA, M. C. C.; SILVA, G. P. A. (2019). Quaternário: cienciometria e mapeamento dos estudos palinológicos do bioma cerrado e importância para arqueologia. Geosul, Florianópolis, v.34, n.73, p.81-106. Disponível em:<https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/1982- 5153.2019v34n73p81>. Acesso em 24 abr. 2022.
NEWMAN, M. (2010). Networks: An Introduction. New York: Oxford University Press.
OTTE, E.; ROUSSEAU, R. (2002). Social network analysis: a powerful strategy, also for the information sciences. Journal of Information Science, Londres, v.28, n.6, p.441-
453. Disponível em:<https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/016555150202800601>. Acesso
20 abr. 2022.
SANTOS, M.; SILVEIRA, M. L. (2001). O Brasil: Território e Sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record.
SANTOS, R. N. M. dos; KOBASHI, N. Y. (2009). Bibliometria, Cientometria, Infometria: Conceitos e Aplicações. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, João Pessoa, v.2, n.1, p.155-172. Disponível em:<https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10089>. Acesso em: 13 ago. 2020.
SANZ CASADO, E.; MARTÍN MORENO, C. (1997). Técnicas bibliométricas aplicadas a los estudios de usuarios. Revista General de Información y Documentación, Madrid, v. 7, n. 2, p. 41- 68.
SAORIM, R. N. S.; GARCIA, J. C. R. (2010) O conhecimento na pós-graduação: desafio da avaliação. In: Renata Gonçalves Curty. (org.). Produção intelectual no ambiente acadêmico. Londrina: UEL/CIN, p. 46-67.
SCHULZ, P. (2021). Cientometria, a ciência da medida da ciência. Disponível em:<https://cienciahoje.org.br/artigo/cientometria-a-ciencia-da-medida-da-ciencia/>.
Acesso em: 28 abr. 2022.
SIDONE, O. J. G. (2018). Cientometria espacial: a geografia do conhecimento no Brasil. Rio de Janeiro: E-papers.
SILVA, Edson Armando; SILVA, Joseli Maria Silva. Ofício, Engenho e Arte: Inspiração e Técnica na Análise de Dados Qualitativos. Revista Latino-americana de Geografia e Gênero, Ponta Grossa, v. 7, n. 1, p. 132-154, 2016. Disponível em:<https://177.101.17.124/index.php/rlagg/article/view/8041>. Acesso em: 22 dez.2016.
SOUTHERN, R. W. (1953). The Making of the Middle Ages. New Haven: Yale University Press.
SUN, S.; MANSON, S. (2011). Social Network Analysis of the Academic GIScience Community. The Professional Geographer, Washington, v.63, n.1, p.18-33. Disponívelem:<https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/00330124.2010.533560 ?cookieSet=1>. Acesso em 25 abr. 2022.
YI, S.; CHOI, J. (2012) The organization of scientific knowledge: the structural characteristics of keyword networks. Scientometrics, Budapeste, n. 90, p. 1015–1026. Disponível em:<https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-011-0560-1>. Acesso em: 14. abr. 2020.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS
Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na revista GEOgraphia, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense, o mesmo jamais será submetido por mim ou por qualquer um dos demais co-autores a qualquer outro periódico. E declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (Nº9609, de 19/02/98).
O autor concede e transfere, total e gratuitamente, ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense em caráter permanente, irrevogável e não exclusivo, todos os direitos autorais patrimoniais não comerciais referentes aos artigos científicos publicados na revista GEOgraphia. Os textos assinados são de responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião dos editores e dos membros do Conselho Editorial da revista.

Os trabalhos publicados estão simultaneamente licenciados com uma licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.