ENTRE LUTAS INTERNAS E COLETIVAS: A AUTO-ORGANIZAÇÃO DAS MULHERES DO CAMPO, DA FLORESTA E DAS ÁGUAS NO ENFRENTAMENTO ÀS DIVERSAS FORMAS  DE VIOLÊNCIAS

Autores/as

  • Luciane Stochero Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz
  • Michelle de Garcia Bernardino Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz
  • Liana Wernersbach Pinto Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz https://orcid.org/0000-0003-1928-9265

DOI:

https://doi.org/10.22409/n5e8sw20

Palabras clave:

Violência contra as mulheres, Mulheres rurais, Movimentos feministas, Enfrentamento a violência, Ruralidade

Resumen

Este artigo tem objetivo de analisar os relatos de lideranças de movimentos feministas e mistos sobre o coletivo e a auto-organização das mulheres do campo, da floresta e das águas no enfrentamento as violências e lutas por seu espaço político. A análise temática revelou dois temas: “lutas internas: quando o movimento misto promove desigualdades e violência”, sobre as violências sofridas pelas mulheres em movimentos mistos e a dominação patriarcal de espaços de liderança; e “lutas coletivas das mulheres: quando os movimentos feministas promovem alternativas”, sobre estratégias dos movimentos feministas para fortalecer as mulheres através dos coletivos e da auto-organização.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Luciane Stochero, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz

    Nutricionista, mestra em Saúde Coletiva – Epidemiologia pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz e pós-doutoranda pela Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas da Fundação Oswaldo Cruz.

  • Michelle de Garcia Bernardino, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz

    Psicóloga, doutora em Psicologia na Pontifícia Universidade Católica do Chile, mestra em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz e doutoranda em epidemiologia pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especializada em relações intergrupais, medição de violência de gênero e conflito.

  • Liana Wernersbach Pinto, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz

    Nutricionista, doutora em Engenharia Biomédica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; pesquisadora em Saúde Pública do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz.

Publicado

2026-04-30

Número

Sección

DOSSIÊ TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIAS: MULHERIDADES, SABERES, LUTAS E AFETOS