Criminalización de la clase obrera en la transición a la modernidad: una clave interpretativa para una comprensión interdisciplinar de la naturaleza del poder punitivo
DOI:
https://doi.org/10.15175/1984-2503-202517103Palabras clave:
criminología crítica, poder punitivo, historia de las ideas, interdisciplinariedade, derecho penalResumen
Este artículo investiga la conexión entre los procesos históricos de criminalización en el contexto de la transición a la modernidad en Brasil, con un enfoque específico en el examen de la represión criminal dirigida contra la clase trabajadora. Esta coyuntura incluye el surgimiento de movimientos sociales urbanos y la circulación de nuevas ideas, que dieron lugar a las reivindicaciones del proletariado a través de huelgas y el consiguiente temor al surgimiento de movimientos revolucionarios. Se analiza la legislación de la Primera República que instrumentalizó la represión de los trabajadores brasileños y extranjeros llegados al país. El marco teórico es de orientación decolonial y antipositivista, valorizando los estudios desarrollados por investigadores latinoamericanos. La metodología resulta del entrecruzamiento de estudios de historia de las ideas, del análisis de contextos sociológicos y de las subjetividades identificadas en el pensamiento hegemónico, lo que proporciona la posibilidad de una comprensión interdisciplinaria de la naturaleza del poder punitivo, a partir de las críticas de Tobias Barreto (1839-1889).
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Referencias
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