LOS SENTIDOS ANCESTRALES DEL MINKA Y LAS PECULIARIDADES DE LOS PUEBLOS DEL CAMPO DE BAHIA
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.v21i47.59952Resumen
El artículo presenta planteamientos acerca del término Minka que en Quéchua (o Quíchua) se refiere al trabajo colectivo y a otras prácticas ancestrales de pueblos andinos que aportan sentido a la vida en comunidad. Primero abordamos la etimología de la palabra Minka y luego indicamos investigaciones que ponen de manifiesto que, en la actualidad, el trabajo colectivo es elemento fundamental en los procesos de producción de la existencia humana. Formulamos consideraciones acerca de los pueblos del campo de la provincia de Bahia, en Brasil, asegurando que, contradictoriamente, es posible encontrar en el interior mismo del modo de producción capitalista sociabilidades basadas en la solidaridad y en el bien común.
Palabras clave: Minka; pueblos del campo; trabajo colectivo; trabajo-educación.
Descargas
Referencias
ACOSTA, A. O bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. Tradução de Tadeu Breda. São Paulo: Autonomia Literária, 2016.
ALENTEJANO, P. Estrutura Fundiária. In: CALDART, R., PEREIRA, I. B., ALENTEJANO, P., FRIGOTTO, G. (orgs.). Dicionário da Educação do Campo. Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio; Expressão Popular, 2012. Disponível em: http://www.epsjv.fiocruz.br/publicacao/livro/dicionario-da-educacao-do-campo. Acesso em 05 de agosto de 2021.
AQUINO, M. G. de Carvalho. Trabalho e educação diante do rompimento da barragem de Fundão (Mariana – MG) no Rio Doce e afluentes. In: Seminário Estado, Trabalho, Educação e Desenvolvimento, 2, 2018, Rio de Janeiro. Anais [...], Rio de Janeiro, 2018, p. 243-267.
ARAÚJO, L. da Silva; SILVA, A. T. R. da. Jatarishun: revoltas indígenas camponesas do Equador e Bem Viver. Caderno CRH, v. 35, p. e022004, 2022. Disponível em: www.scielo.br/j/ccrh/a/3YsWjCbkrPbN9RBb54rx3gr/. Acesso em 01 de julho de 2023.
BAHIA. Secretaria de Desenvolvimento. Diagnóstico do Quilombo Furadinho - DQF. Projeto de inclusão das comunidades remanescentes de quilombos. Salvador: Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, 2013.
BATTESTIN, C; BONATTI, J; QUINTO, J. Colonização e resistência dos povos originários da América Latina. Revista Fórum Identidades, v. 30, n. 01, p. 13-27, jul-dez, 2019. Disponível em: periodicos.ufs.br/forumidentidades/article/view/13495. Acesso em 10 de agosto de 2023.
CHRISTOFFOLI, P. I. Cooperação Agrícola. In: DIAS, Alexandre Pessoa; STAUFFER, Anakeila de Barros; MOURA, Luiz Henrique Gomes de; VARGAS, Maria Cristina (orgs). Dicionário de Agroecologia e Educação. 1ª ed. São Paulo: Expressão Popular, 2021.
CORDEIRO, B. dos S. Tramas da Autogestão: Saberes do trabalho associado produzidos na experiência de construção de uma rede de economia solidária autogestionária. 2020. 257f. Tese (Doutorado em Educação) - UFRGS, Porto Alegre.
ENCISO, A. J. A; MENDOZA, A. B. El ayni y laminka: das formas colectivas de trabajo de las sociedades pre-Chavín. Investigaciones Sociales Arqueología, Lima, v. 15, n. 27, p.43-75, 2011.
GARCIA, J. J. P. Necesidades Sentidas: Ensayo sobre Luchas Comunitarias en Territorios Rurales en Cuba y en La Amazonía Tocantina Paraense – Brasil. Trabalho Necessário, v. 20, n. 41, jan-abr, 2022.
IBARRA, E. del S. R. Repertório de protesto indígena: análise histórica a partir das mobilizações dos povos de Cauca (Colômbia). Estudos Ibero-Americanos, v. 45, n. 2, p. 91-105, 2019. Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/1346/134660573009/movil/ Acesso em 12 de junho de 2023.
MARTINS, J. de S. Fronteira: a degradação do Outro nos confins do humano. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2021.
MARTINS, J. de S. História da vida privada no Brasil: contraste da intimidade contemporânea. 5ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
MÉSZÁROS, I. Para além do capital: rumo a uma teoria da transição. Trad. Paulo César Castanheira e Sérgio Lessa. São Paulo: Boitempo, 2002.
MIRANDA, E. R. S; RODRIGUES, D. S. Saberes, [Re] Construção de Identidades e Contradição Trabalho-Capital em Comunidade Quilombola. Trabalho Necessário, v.18, n. 36, maio-ago, 2020.
MONTESPERELLI, P. Sociología de la memória. Buenos Aires: Nueva Visión, 2004.
NASCIMENTO, C. Autogestão comunal. 1ª ed. Marília: Lutas Anticapital, 2019.
OLIVEIRA, A. U. de; FARIAS, C. S. de. O processo de constituição da propriedade privada da terra no Brasil. In: Encontro de geografias da América Latina, 12, 2009, Montevidéu, 2009. Disponível em:http://www.observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal12/Geografiasocioeconomica/Geografiaeconomica/94.pdf. Acesso em 10 de outubro de 2023.
PORTUGAL, A. R. Transformações do ayllu andino como reflexo de uma sociedade mestiça. In: ANPUH - SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 24, 2007. Disponível em: www.snh2007.anpuh.org/resources/content/anais/Ana%20Raquel%20Portugal.pdf. Acesso em 29 de julho de 2023.
RODRIGUES, F. Educação e luta pela terra no Brasil: a formação política no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Educação & Sociedade, v. 38, n. 138, p. 27-44, jan-mar, 2017.
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 11. ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2013.
SAVIANI, D. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, v. 2, n. 34. jan/ abr. 2007.
SOLANO, H. C.; LAZARINI, V. M. Economía Comunitaria. In: CATTANI, Antônio David; CORAGGIO, José Luis; LAVILLE, Jean-Louis. (orgs.). Diccionario de la otra economía: lecturas sobre economía social. Buenos Aires: Altamira, 2013.
SOUSA, C. S.. Mancha y bamba: generalização etnográfica, tradições e mudança cultural. Puriq, v. 2, n. 3, 2020, p. 141–164.
SOUZA, W. K. do A. Trabalho-educação, economia e cultura em povos e comunidades tradicionais: A (re)afirmação de modos de vida como formas de resistência. 2020. 222f. Tese (Doutorado em Educação) – UFF, Niterói.
THOMPSON, E. P. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao pensamento de Althusser. Tradução de: Waltensir Dutra Rio de Janeiro: Zahar Editores S. A, 1981.
THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Companhia das letras, 1998.
TIRIBA, L. Reprodução ampliada da vida: o que ela não é, parece ser e pode vir a ser. Otra Economía, v. 11, n. 20, jul-dic, 2018, p. 74-87.
TIRIBA, L; FISCHER, M. C. B. A Pesquisa em Trabalho-Educação como força material: desvelando campos do real. Trabalho Necessário. v. 21, n. 44, janeiro-abril, 2023.
TIRIBA, L; FISCHER, M. C. B. Produção associada e autogestão. In: CALDART, R., PEREIRA, I. B., ALENTEJANO, P., FRIGOTTO, G. (orgs.). Dicionário da Educação do Campo. Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Expressão Popular, 2012.
TIRIBA, L; FISCHER, M. C. B. Aprender e ensinar a autogestão: espaços/tempos do trabalho de produzir a vida associativamente. Perspectiva, v. 31 n. 2, p. 527-551, maio/ago. 2013.
TONET, I. Marxismo, Religiosidade e Emancipação Humana. Maceió: Coletivo Veredas, 2018.
WANDERLEY, M. de N. B. O Mundo Rural como um espaço de Vida: Reflexões sobre a propriedade da Terra, Agricultura Familiar e Ruralidade. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.
WILLIAMS, R. Cultura e Materialismo. Tradução de André Glaser. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Revista Trabalho Necessário

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

