RELAÇÕES DE GÊNERO E A FORMAÇÃO DAS AGENTES COMUNITÁRIAS DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.14i23.p9605Palavras-chave:
Gênero, formação, agentes comunitárias de saúde.Resumo
O artigo resgata o conceito de experiência e de cultura em E. P. Thompson, clareando como os conceitos do autor ajudam a entender o processo de institucionalização das ACS no município do Rio de Janeiro. Ressalta a importância da experiência dessas mulheres para a constituição da sua profissão, considerando como uma perspectiva de gênero relaciona-se com a formação dessas trabalhadoras. Aponta para uma mudança na cultura do trabalho das agentes a partir da Reforma da Atenção Primária realizada pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil em 2009, na qual se adota “novas” formas de gestão que ressignificam o sentido do seu trabalho.Downloads
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Publicado
2016-04-30
Edição
Seção
Artigos do Número Temático
Como Citar
DURÃO, Anna Violeta. RELAÇÕES DE GÊNERO E A FORMAÇÃO DAS AGENTES COMUNITÁRIAS DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 14, n. 23, 2016. DOI: 10.22409/tn.14i23.p9605. Disponível em: https://www.periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/9605. Acesso em: 23 abr. 2026.

