ANTINOMIAS DO PENSAMENTO BURGUÊS E A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.10i14.p6859Palavras-chave:
Mundo do trabalho, precarização, luta de classes.Resumo
O presente ensaio tem por objetivo primeiro reafirmar, ante as teses de fim da história, da classe trabalhadora e da luta de classes, que as relações sociais de produção seguem calcadas no modelo de propriedade privada dos meios de produção e de exploração da força de trabalho, logo, que o velho regime capitalista segue se reproduzindo, em seu intenso metabolismo. Desta forma, nos cabe analisar as metamorfoses do mundo do trabalho que acompanham tal processo, e que permitem à classe burguesa sugerir a superação da luta de classes e da própria classe trabalhadora, sem contudo, terem sido superadas as relações de produção de natureza capitalista. O entendimento destas questões, entretanto, exige-nos que, minimamente, compreendamos seus fundamentos ideológicos, ou seja, o novo conjunto de saberes burgueses que vêm conquistando espaços significativos no mundo acadêmico, e cuja reprodução vem afastando os intelectuais de sua tarefa orgânica e revolucionária. Neste contexto, buscamos analisar as metamorfoses do mundo do trabalho ante as antinomias dos saberes burgueses que se abrigam sob a denominação da pós-modernidade.Downloads
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Publicado
2012-06-28
Edição
Seção
Ensaio
Como Citar
CRUZ, Ricardo. ANTINOMIAS DO PENSAMENTO BURGUÊS E A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 10, n. 14, 2012. DOI: 10.22409/tn.10i14.p6859. Disponível em: https://www.periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/6859. Acesso em: 23 abr. 2026.

