CONTRIBUTOS OPERÁRIOS PARA A EDUCAÇÃO POPULAR EM PORTUGAL. O CASO DA FÁBRICA DE CONSERVAS S. FRANCISCO, DA EMPRESA JÚDICE FIALHO, EM PORTIMÃO.

Autores

  • Helder Raimundo Autor

DOI:

https://doi.org/10.22409/tn.11i16.p8447

Palavras-chave:

Autonomia, educação popular, emancipação social.

Resumo

Este artigo debruça-se sobre o período histórico do pós revolução de abril de 1974, a abril de 1976, usando como quadro concetual a noção de educação popular e como contexto empírico a fábrica de conservas “S. Francisco” da empresa Júdice Fialho, localizada na cidade de Portimão. Pretende abrir algumas ideias para perceber de que forma o operariado se organizou em comissões de base, para lutar em defesa de melhores condições de vida e de trabalho. Pretende, ainda, compreender os mecanismos usados para desenvolver um processo educativo de aprendizagem autónoma e emancipatória relativa ao trabalho e à vida social.

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Publicado

2018-06-28

Edição

Seção

Artigos do Número Temático

Como Citar

RAIMUNDO, Helder. CONTRIBUTOS OPERÁRIOS PARA A EDUCAÇÃO POPULAR EM PORTUGAL. O CASO DA FÁBRICA DE CONSERVAS S. FRANCISCO, DA EMPRESA JÚDICE FIALHO, EM PORTIMÃO. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 11, n. 16, 2018. DOI: 10.22409/tn.11i16.p8447. Disponível em: https://www.periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/8447. Acesso em: 23 abr. 2026.